terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Díalogos Capitais debateu desenvolvimento e infraestrutura portuária no Nordeste.

No dia vinte e oito de janeiro, a cidade de Fortaleza - CE, sediou a primeira edição do ano da série DIÁLOGOS CAPITAIS, promovida pela revista CARTA CAPITAL, com a parceira do INSTITUTO ENVOLVERDE.














Com o tema "Portos - Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Nordeste", a cidade de Fortaleza - CE sediou no último dia vinte e oito de janeiro, a primeira edição de 2014 da série DIÁLOGOS CAPITAIS promovida pela revista CARTA CAPITAL, em parceria com o INSTITUTO ENVOLVERDE.  

Com a presença de especialistas do setor, o evento discutiu os portos como ponte de desenvolvimento para a região e ainda traçou um perfil dos desafios da logística, da infraestrutura portuária da região, bem como a importância do setor portuário para o desenvolvimento da região. Na parte da manhã estiveram presentes o presidente da Companhia Docas do Ceará e o diretor de Implantação e Expansão da da Ceará Portos, o Sr. Luiz Hernani de Carvalho Junior, que ressaltaram a importância dos portos para o desenvolvimento da região, bem como os novos desafios enfrentados pelo Porto do Mucuripe que terá o seu terminal marítimo de passageiros entregue ainda este semestre, estando, portanto, pronto para atender à demanda turística gerada pela Copa do Mundo de 2014.

Portos, Expansão da Indústria e Desenvolvimento Regional.
Sr. Marcos Stefanni Monteiro - Secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente de SUAPE.

No turno da tarde, o evento sentiu a ausência do Governador do estado de Pernambuco, Eduardo Campos, que não pode comparecer ao evento em virtude do nascimento do seu quinto filho. Para proferir a palestra, foi convidado o Sr. Marcos Stefanni Monteiro - Secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Complexo Portuário de SUAPE. Stefanni destacou a importância do Complexo Portuário de Suape para o desenvolvimento do estado de Pernambuco. O complexo hoje é responsável pelo incremento da economia do estado, bem como do desenvolvimento de Pernambuco. No complexo estão instaladas indústrias como a Amanco, Arcor do Brasil, Bunge Alimentos, Liquigás, Refinaria Abreu e Lima, Estaleiro Atlântico Sul e Estaleiro Promar. Suape hoje é um agregador de indústrias, não só em seu pólo portuário, mas em outras regiões do estado.

Logo após a palestra de Stefanni, tivemos o debate mediado pelo Sr. Dal Marcondes - Instituto Envolverde  que contou com o Superintendente da Área de Análise e Administração de Crédito do Banco do Nordeste do Brasil, o Sr. Hugo Alexandre Cançado Thomé e o Chefe de Departamento do DELOG (Departamento de Operações Logísticas) do BNDES, o Sr. Cleverson Aroeira da Silva, bem como também a presença do Sr. Marcos Stefanni Monteiro.
Debate mediado pelo Sr. Dal Marcondes - Instituto Envolverde.


Finalizando as palestras do DIÁLOGOS CAPITAIS, o Sr. James Correa - Secretário da Indústria, Comércio e Mineração do estado da Bahia que proferiu a palestra "Portos e Desenvolvimento Regional", que ressaltou a importância das ações do governo baiano no desenvolvimento da indústria e dos portos da Baía de Todos os Santos, bem como o surgimento de um novo complexo portuário no estado, o Porto Sul.

Tivemos ainda o último debate com a presença do Sr. Pedro Brito - Diretor da Agência Nacional de Transporte Aquaviários - Antaq, do Sr. Aluísio de Souza Sobreira - Diretor da Associação de Comércio Exterior do Brasil e do Sr. Marconi Andraos Oliveira - Presidente da Associação dos Usuários de Portos da Bahia.

Os Portos e o Desenvolvimento do Nordeste

Transporte Marítimo: o desenvolvimento que embarca e desembarca pelos mares.

Não há como negar que o transporte marítimo e os portos tem um papel essencial e fundamental para o desenvolvimento do Nordeste. Os portos são a porta de entrada e saída do desenvolvimento de uma região e o Nordeste hoje enfrenta este desafio: desenvolver seus complexos portuários para que se possa exportar o que se produz na região.

Não basta apenas a região dispor de grandes complexos portuários. A região precisa de uma cadeia de logística que faça com que os produtos produzidos nos interiores da região ou até mesmo de outras regiões e países, possa chegar aos portos com rapidez, segurança e com preços competitivos. Entre o produtor e o cais, é necessária haver todo uma cadeia de logística para que o escoamento da produção se torne efetivo e eficiente, para que com isso possa disputar com outros portos do país e do mundo.

Agregar aos portos indústrias, empresas prestadoras de serviços e de logística é um passo importantíssimo para o desenvolvimento do Nordeste. O complexo de Pecém no Ceará, do Porto Sul na Bahia e de Suape em Pernambuco, são exemplos claros que a região merece uma atenção maior para que o seu desenvolvimento seja constante e duradouro. A iniciativa privada e o pode público devem ser parceiros nesta interligação entre o produtor e o meio de exportação. A logística é fator primordial neste processo. Ambos já perceberam que o caminho para o desenvolvimento do Nordeste brasileiro passa pelos portos.

A série Diálogos Capitais promovida pela revista Carta Capital em parceria com o Instituto Envolverde acertou em cheio em trazer essa discussão para a região e possibilitar ao público discutir os rumos do desenvolvimento do Nordeste.

Texto (©) Copyright Milvo Rossarola
Imagens (©) Copyright Milvo Rossarola

Agradecimento:
AD2M Engenharia de Comunicação

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

TERMOS NÁUTICOS


Navio-Escola SAGRES - Marinha Portuguesa - Porto do Recife

Você já foi a um porto ou a uma marina e, de repente, ouviu algumas palavras estranhas e não entendeu nada?
Você não é o único!
Muitos de nós passamos por isso pelo menos uma vez na vida.
O "Ponte de Comando" esclarece para você o que significam determinados termos náuticos.

ADRIÇA - Cabo que é usado nos barcos com a função de içar velas, galhardetes ou
vergas nos mastros.

AMARRA - Denominação dada ao cabo que prende a âncora de um barco.

AMURADA - Parte superior do costado de uma embarcação, que se ergue acima do
bojo do casco.

AMANTILHO - Cabo que possui uma extremidade  presa no topo do mastro e a
outra que se liga a extremidade da retranca, de forma a mantê-la na posição
horizontal.

ÂNCORA - Peça com peso proporcional ao peso do barco, que é jogada ao fundo
da água com o fim de segura-lo.

ARMADOR - É aquela pessoa que arma um navio, ou seja, aquela que trata de seu
provimento e o explora comercialmente.

ARMAÇÃO - É a forma do arranjo das velas de um barco.

ARQUEAÇÃO - Número que expressa as medidas de volume dos espaços de uma
embarcação.

ARRIBAR - Afastar-se da linha do vento.  Também entendido como desvio de rota
em decorrência de tempestade. Este tipo de desvio é chamado de arribada forçada.

ARINQUE - É o nome conferido ao cabo que se prende a uma bóia na superfície
d'água e no fundo, a uma pequena âncora. Nome usual na pesca para localização
de redes.

ASA DE POMBA - Termo  usado  pelos  marinheiros  dos  barcos  mercantes  à
vela, quando a embarcação navega com vento de popa e as velas dos barcos se
abriam para ambos os bordos.

 BARLAVENTO - Lado de onde sopra o vento.

BEAUFORT - Escala  que  mede  a  potência  dos  ventos  de  1  a 12. Criada por
Sir Francis Beaufort (1774-1857), Almirante da Marinha Britânica, que durante
longos anos prestou serviços como notável hidrógrafo.

BIGOTA - Espécie  de  moitão  chato  sem  roldana  e  com  furo, por onde passa
um cabo. Normalmente usada nos antigos veleiros para esticar as enxárcias.

BOCA - Largura da embarcação, considerando-se, para tanto, sua parte mais larga
transversalmente.
  BOTE - Pequena embarcação de proa fina e popa quadrada, possuindo uma grande
boca em relação ao comprimento.

BORDA - Parte superior do costado.

BORDA - FALSA - Parapeito no convés, que visa a evitar a queda de pessoas na
água.

BUJARRONA - Vela de formato triangular presa ao estai de proa.

CABINA - Alojamento destinado ao comandante, oficiais ou passageiros de um
barco. O mesmo que câmara.

CABO - Denominação dada à corda de uso náutico.

CABOTAGEM - Antigamente o termo restringia-se à navegação costeira.
Posteriormente a cabotagem dividiu-se entre pequena e grande. A pequena
cabotagem refere - se, ainda, à navegação costeira e a grande cabotagem a
navegação de longo curso.

CABRESTANTE - Aparelho de forma cilíndrica com eixo vertical, que desprovido de
motor, é acionado pela força física de homens ou animais, de modo, a enrolar cabos
ou tracionar pesos.

CAÇAR - Ato de puxar a escota de uma vela, no senti do de melhorar sua exposição
ao vento.

CADERNAL - É um moitão com dois ou três gornes (roldanas).

CHACREIRA - Tipo de canoas de pranchões com convés. Pode ter  cabina  para
comando. Usada para transportes de cargas. No passado era uma embarcação
muito comum  no Sul do Estado do Rio Grande do Sul, atualmente quase
desaparecida da navegação. Consta que o  nome -chacreira- , como era chamada
no Sul do Estado, seja derivado do fato que essas embarcações carregavam
hortaliças e demais produtos  das  chácaras  de  agricultores  portugueses  nas  ilhas
próximas a cidade do Rio Grande, para onde demandavam em busca do mercado.

CALADO - É a profundidade de água necessária para a flutuação de um barco.
Distância que vai da linha da água até a parte inferior da quilha.

CAMBADA - Virada de bordo de um veleiro, recebendo vento pela popa. O mesmo
que jibe.

CARAMANCHÃO - Denominação dada nos antigos iates ao espaço à popa, onde
fica o timão ou roda de leme. É o local onde ficam os aparelhos de governo da
embarcação e seu centro de comando. Equivale ao cockipt dos modernos iates de
lazer.

  CARTA NÁUTICA - Representação  gráfica  de uma área de águas navegáveis.
Mostra os meridianos de latitude e longitude. Informa  os  navegadores  sobre  a
profundidade  das águas, faróis, bóias, perigos submersos, etc.

CARANGUEJA - Verga  que  se projeta do mastro em ângulo e sustenta a vela ou
velas principais em barcos desse tipo de armação tradicional.

CASCO - É  o corpo de um barco sem mastros, velas,  estais  ou  qualquer  outro
elemento que compõe uma embarcação.

CAT - É o tipo mais primário de barco, cujo único mastro fica próximo à proa,
carregando apenas uma vela. Espécie de barco ideal para iniciantes.

CONVÉIS - É o pavimento de uma embarcação.

CORRIMÃO - Peça de madeira dos antigos iates que se estendia pela parte superior
da amurada.

COSTADO - Parte externa do casco de um barco.

COSTURA DE MÃO - É  uma  alça que resulta da dobra de um cabo, sendo que o
chicote após a formação da alça é costurado no próprio cabo.

CUNHO - Peça de madeira ou metal, onde se prendem escotas ou adriças.

DRAGA - Tipo  de  embarcação própria para retirar material do fundo, especialmente
no aprofundamento de canais de acesso a portos.

ENCALHAR - Quando o casco se encontra com o fundo de um corpo aquático, de
forma a imobilizar o barco, impedindo sua navegação.

ENFRECHATE - Espaços  paralelos  entre  um estai  e  outro existente nas
enxárcias, onde se situa uma espécie de degraus de madeira, que alcançam o topo
dos mastros. É o mesmo que enfrechadura.

ENTRALHAR - Unir a vela a uma corda contínua mediante costuras.

ENXÁRCIAS - Conjunto de cabos de aço que sustentam um mastro ereto.

ESCOTA - Cabo que é usado para trabalhar com uma vela.

ESCOTILHA - Abertura em cabina ou convés. Apresentam-se como uma espécie de
tampa de alçapão ou como pequenos postigos.

  ESCOVÉM - Orifício de metal, que une o costado ao convés, de forma, a passar a
amarra da âncora.

ESTAI - Cabo de aço que visa a sustentar um mastro verticalmente.

FALCAÇA - Voltas redondas com fios finos usando uma agulha, em torno da
extremidade de um cabo cortado, de modo a impedir que este se desfie.

FATEIXA - Âncora com quatro braços ou garras. Geralmente usada por pescadores.

FAROLETE - É  uma armação metálica para sinalização das vias navegáveis, tendo
em sua parte superior, uma luz cujo raio de alcance é inferior a 10 milhas náuticas.

FERRAR - Amarrar as velas com cabos nas retrancas, estais ou no pau de
bujarrona.

FORQUETA - Peça metálica com uma forquilha, onde se apóiam os remos de um
barco.

GAIOLA - Tipo de embarcação a vapor, de pouco calado, dotado de pás giratórias à
popa ou em ambos os costados dos barcos.

GAIÚTA - Proteção de lona ou madeira, que é colocada sobre uma escotilha,
impedindo a passagem d'água. Entende-se, também , como uma pequena cabina.

GALHARDETE - Pequena bandeira içada nos mastros e mastaréus como sinal,
identificação ou aderno.

GIG - Embarcação fina e comprida, que é movida a remos, podendo ter de quatro a
oito remadores.

GORNE - Denominação dada a roldana de um moitão.

GUINCHO - Aparelho manual ou dotado de motor, usado  para soltar ou recolher a
âncora. Também usado para movimentar equipamentos de cargas.

KKETCH - É  similar  ao  yawl,  apenas  com  a  diferença  de  que o mastro de
mezena é maior e situa-se a vante do pedestal da roda de leme. Suas velas são
triangulares.  

MALAGUETA - Pino de  madeira  que fica  em  torno  da  roda  do  leme. E, também
em determinados pontos dos antigos veleiros, para amarração de escotas e adriças.

MANILHA - Peça  de  metal, dobrada  em forma de -U-, tendo um pino com rosca
atravessado por entre suas duas extremidades.

MANTA - Termo usado pelos pescadores que significa cardume.

MASTARÉU - É  uma  espécie  de  verga, que se  fixa a um mastro real e ergue-se
verticalmente a este, de modo a aumentar - lhe a altura. Pode ergue - se a vante ou
a ré do mastro.

MASTRO - Peça de madeira ou metal, que se arvora em um barco com a finalidade
de sustentar as velas.

MESTRE - Significa  comandante  de  um  barco. A  palavra  deriva do magister
navis da Roma antiga. No Brasil a palavra mestre  e  capitão  já  significaram  a
mesma  coisa. Porém, com o tempo, mestre ficou sendo o capitão  de  navios da
pequena cabotagem e a palavra capitão para os que comandavam navios de longo
curso.

MEZENA - É  um  mastro  de  menor  altura, situado  à  popa  de um yawl ou ketch.
Designação também conferida pelos pesquisadores da lagoa dos Patos ao mastro
de popa de suas canoas.

MILHA NÁUTICA - Medida de distância cuja unidade é de 1.852 metros.

MOITÃO - Caixa  de  madeira  ovalada, onde  se  localiza  uma  roldana,  conhecida
por  gorne,  por  onde passam adriças, escotas e outros cabos.

NÓ - Laço apertado de um cabo. Também, unidade que mede velocidade e
corresponde a 1.852 metros.

OLEADO - Denominação dada aos antigos abrigos dos navegadores feitos de lona
e impregnados de óleo ou tinta a base de óleo.

OLHAL - Abertura, como um anel costurado em uma vela ou lona, por onde passam
cabos.

ORÇAR - Navegar o mais próximo possível pela da linha do vento.

PARELHA - Denominação dada pelos pescadores a um barco equipado para a
pesca.

PATRÃO - Denominação  dada  a um comandante de barco pesqueiro. Também
para quem está no comando de um barco a remos, de onde possivelmente derive o
termo para o mundo pesqueiro do Sul do Brasil.

PÉ DO MASTRO - O mesmo que base do mastro.

PERNADA - Um dos cordões de um cabo.

PONTAL - Altura  máxima interna de um casco, considerando - se a distância
vertical que vai do plano transversal superior até a parte mais inferior do fundo.

POPA - Extremidade traseira de um barco.

PORÃO - Nome  dado  a  espaços de grandes dimensões que se abrem no convés
e vão até o fundo do casco. Local destinado ao depósito da carga.

PROA - Extremidade dianteira de um barco.

PROEIRO - Significa tripulante. Denominação mais usualmente conferida àqueles
que tripulam barcos de pesca artesanal.

PRUMO - É um cabo fino com marcações de metro em metro com uma chumbada
na extremidade, usada para sondagens de profundidade.

QUILHA - Peça  que  se  salienta  com  a  mais  com a mais inferior do fundo de um
barco. Também conhecida por partilhão ou bolina.

RAIA - Local de um corpo aquático onde se desenvolvem competições de barcos de
recreio.

RETRANCA - Verga de madeira ou metálica onde está presa a parte inferior de uma
vela.

RIZAR - Significa  diminuir  a  área  vélica, enrolando-se a vela na retranca. A
redução da vela é técnica de velejar usada para assegurar melhor governo do barco,
em decorrência de ventos demasiadamente fortes.

SLOOP - Barco à vela de um mastro com apenas uma vela de proa.

SOTAVENTO - Lado para onde solta vento.

SOLTEIRO - Denominação dada a um barco a bordo sem destinação especial,
podendo ter múltiplos fins.

TRALHA - Parte da rede de pesca, onde a malha é costurada a uma corda contínua.

TIBURGUEIRO - Denominação  dada  em  São Lourenço do Sul ao pescador pobre,
de poucas redes, que usa uma pequena canoa e pesca próximo aos juncais ou a
banhados que se ligam à Lagoa dos Patos.

VELA - Tecido  de  diversos materiais (algodão, dacron, nylon, terylene, Kevlar,
mylar e outros) usado para impelir um barco, usando a força do vento.

VERGA - É  uma  peça  de madeira que está fixada a um mastro, podendo
atravessá - lo ou não. Via negra serve as velas.

YAWL - É  um  tipo  de  veleiro,  cujas  velas  triangulares estão divididas em dois
mastros. O mais curto dos dois é chamado de mastro da mazena e situa - se a ré do
pedestal da roda de leme.

Fonte:http://www.wservices.srv.br/UserFiles/File/Murta/Glossarios/glossariotermosnautico.pdf

F-44 Independência


No dia 26 de novembro, esteve aberta para a visitação pública no Porto de Mucuripe - CE, a Fragata F - 44 Independência da Marinha Brasileira.

No link abaixo encontramos dados interessantes sobre a Fragata Independência:









Fotos: Milvo Rossarola